A grande verdade é que poucos são os cartunistas que fogem da prisão que é a fórmula “poucos quadros, piada no último quadro”. Eu, inclusive, me incluo nessa lista e acho que esse formato ainda está impregnado nas minhas tirinhas por um par de motivos: 1) os mestres que mais me influenciaram (Quino, Watterson, Schulz) eram fieis a essa fórmula; 2) se maturidade for necessária para tal, ainda não me considero maduro o suficiente nessa mídia para aventurar-me num processo de desconstrução muito evidente. Mas talvez o próprio fato de admitir isso me instigue o bastante para que em alguma das próximas tiras eu me afogue em ousadia. Ou não.
De qualquer forma, é bom ver que tem muita gente boa experimentando por aí, como é o caso do Heneh e da dupla Wulff & Morgenthaler.
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Tb acho meio difícil fugir desse formato. O legal da tirinha é ela acabar e a pessoa ficar rindo no final…
UM POUCO PRISIONEIRO DAQUELA RECEITA DE BOLO SIM….MAS UM PRISIONEIRO TEM SEUS DIAS DE REBELDIA! HEHEHEHEEÉ COMO VC DISSE….SE AFOGUE MESMO NA OUSADIA DE VEZ EM QUANDO! RECONHECER QUE HÁ UM CERTO PADRÃO JÁ É UM COMEÇO…
É a dança do cuduro!!!
kuduro*
Hehehe, parece ser a melhor forma.
Estou no aguardo para as próximas =]
Na verdade eu tenho um pouco de medo de ser nonsense demais e perder o pouco público que ainda tenho! :P